A escolha da escola

Olá pessoal, tudo bem?

Vamos falar hoje sobre a difícil tarefa de escolher a escola na qual seu filho vai ficar.

Primeiramente vem a pergunta, por que essa tarefa é tão difícil? Respondo a vocês, ela é difícil a princípio pelo lado emocional de saber que outras pessoas cuidarão do seu bem mais precioso. Esta é uma fase de mudanças, a fase da separação mesmo que momentânea e por um curto espaço de tempo nunca é fácil. Mil coisas passam pela nossa cabeça e para piorar sempre vem os pitacos que algumas pessoas insistem em dar mesmo quando não solicitado.

Mas vamos lá ao que tem que ser observado para escolher a escola ideal (lembrando que a escola ideal é aquela que mais se parece com as crenças e valores da família, ou seja, o ideal para você pode não ser para outra pessoa).

Indicação é um ponto a ser considerado, quando temos referências sobre o lugar já podemos contar como um ponto positivo para a escola. Afinal não existe propaganda melhor que o boca a boca.

Limpeza: esse é um dos fatores fundamentais a serem verificados e não tenha medo ou vergonha de ser chata, lembre-se sempre que seu filho passará uma boa parte do dia naquele ambiente. Ao entrar na escola peça para conhecer todos os ambientes e fique bastante atenta a limpeza, organização e segurança de cada ambiente. Quer um teste simples mas importante? Peça para ir ao berçário, lá é de extrema importante que seja solicitado para que você tire o sapato ou utilize o pro pé para evitar que seu sapato entre em contato com solo, esse teste é importante porque no berçário os bebês estão na fase colocar a mão na boca agora imagine o bebê engatinhando no mesmo chão que você pisou com seu sapato que veio da rua.

Qualificação dos profissionais: hoje em dia muita gente ainda acredita que a escola só serve para a criança ficar enquanto o responsável trabalha.  A escola além dos cuidados básicos tem que oferecer estimulação desde a mais tenra idade e para isso são necessários profissionais qualificados para que esse momento seja feito de acordo com a idade da criança.

Proposta pedagógica: os pais geralmente tem bastante dúvida quanto a melhor proposta pedagógica para seu filho e isso realmente é bastante pessoal. Como falei anteriormente pesquise sobre o tema e sempre peça ajuda para algum profissional da área da educação para auxiliá-lo nessa escola. Apenas uma dica básica, desconfie daquelas escolas que possuem muitos projetos principalmente para os bebês. Sabemos que infelizmente alguns desses projetos são inviáveis e incompatíveis com a idade da criança. Por incrível que parece já escutei relatos de pessoas bem próximas que a atividade do filho foi nitidamente realizada pela professora, ou seja, a atividade não teve significado nenhum para a criança.

Preço X qualidade: o que determina a qualidade de uma instituição de ensino não é o preço que ela cobra. Ainda hoje existe a crença que escola boa é escola cara. Observe se tudo o que a escola oferece é realmente útil. Ao procurar escola para a Valentina, uma determinada escola cobrou um valor muito próximo ao meu salário do mês e quando fui ver as atividades oferecidas percebi que todas as aulas extras já estavam inclusas na mensalidade, agora me digam pra que eu ia pagar por atividades que ela não ia realizar?

Horários: com a vida atribuladas que temos e horários diferenciados, observe se a escola lhe atende nesse quesito. Aqui em Santos tem escola que fica aberta das 6h as 21h e o responsável faz a matrícula de acordo com sua necessidade de horário e quantidade de horas. Outro ponto relevante no quesito horário é com relação a emenda de feriado, aqui em Santos das escolas que eu pesquisei somente uma escola trabalha sob o regime de escala nas emendas de feriados. Afinal não é todo mundo que tem a flexibilidade no ambiente de trabalho de estender a folga.

Espaço físico e instalações: Esse item é bastante importante, pois ele irá contribuir ou não para a estimulação e segurança do seu bebê. No caso de berçário, observe a distância entre os berços, tipo de piso, local de alimentação, se o banheiro possui piso antiderrapante etc. No parque, observe se ele é aberto e qual procedimento da escola em caso de longos períodos de chuva ou incidência de sol muito forte. Observe se não há fiação exposta, se as tomadas são protegidas, se não infiltração e/ou mofo. Veja também se os ambientes são arejados e como é feito o controle de temperatura em dias muito frios ou muito quentes.

Eu sei que a principio parece muita coisa a ser observada não é mesmo? Mas pense na importância dessa decisão. Além do olhar pedagógico que eu tive ( não teve como deixar a pedagoga de lado….rs) segui a minha intuição. Como dizem os mais velhos, intuição de mãe não falha e nesse caso realmente ela funcionou, sou muito satisfeita com a escola da Valentina em todos os aspectos.

Então vamos lá correr atrás do melhor para nossos pequenos.

Beijinhos estalados e até a próxima!

Retorno ao trabalho após a licença maternidade

Olá pessoal tudo bem? Hoje vim falar de um assunto que aflige e gera ansiedade em muitas famílias.

Durante 4 ou 6 meses (depende da empresa) você ficou grudadinha com o seu bebê não é mesmo? Aquela fase gostosa de descobertas e aprendizados infinitos, mas infelizmente ela chegou ao fim e estamos no momento de decidir onde nosso bem mais precioso ficar no momento em que estivermos trabalhando.

No caso das mamães de primeira viagem creio que essas dúvidas sejam ainda maiores até mesmo pela falta de experiência.

Vou falar um pouco sobre a minha opinião pessoal e os prós e contras de algumas opções. De antemão digo que a Valentina foi para uma escola de educação infantil particular (daqui a pouco explico o motivo de ter ido para uma escola particular) faltando uma semana para ela completar 5 meses de vida.

Vou começar falando sobre a mamãe e como lidar com essa separação, após esse período tão intenso realmente é difícil esse retorno ao mundo extra maternal ( embora eu já tenha falado aqui sobre a vida profissional no pós parto). Quando vai chegando o momento do retorno as atividades profissionais a ansiedade aumenta e um mix de sentimento passa a tomar conta dessa mãe. Dúvidas tais como: se cuidarão do seu filho bem, se ele vai sofrer com a sua ausência, como você ficará longe daquele serzinho que te acompanhou durante alguns meses  são bastante frequentes mas tenha sempre em mente que independente de onde você resolva deixar seu filho, essa pessoa se esforçará ao máximo para que ele fique sempre bem e se desenvolva.

Bom…vamos as opções:

A vovó

Ah o amor de vó!!! Eita amor gostoso não é mesmo. Ela certamente tem além de muito amor, ótimas intenções, experiência e muita sabedoria para lidar com o netinho. Porém como nem tudo são flores, ao escolher a vovó para cuidar do nosso bebê existem alguns pontos que temos que levar em consideração para que não haja conflitos sem necessidade posteriormente. Primeiramente qual das duas avós cuidará do bebê? Outro ponto importante é: e se o cônjuge discordar de como a vovó cuida da criança? O terceiro ponto mas não menos importante, caso vocês no decorrer do tempo optarem por outro tipo de cuidado como ficaria a relação entre vocês?

Uma babá

A babá se torna uma boa opções quando a avó ou algum familiar seja impossibilitado de cuidar do bebê. Com o passar do tempo essas profissionais passam a fazer parte do núcleo familiar. Caso opte por uma profissional não deixe verificar se a mesma possui conhecimentos sobre o desenvolvimento infantil, se é qualificada e se possível verificar se a mesma tem referências. Hoje em dia existem algumas empresas de babás onde os serviços são terceirizados e caso haja algum problema a profissional é trocada.

Creche pública

Chegou o momento de contar o motivo da Valentina estar em uma creche particular, simplesmente o horário. Aqui na cidade de Santos, as creches publicas tem como regra a saída das crianças acontecer as 16h40 com tolerância até 17h15. Como eu trabalho até 17h30 e em dois dias da semana trabalho até as 19h esse horário é totalmente inviável. Se não fosse esse único porém em minha vida eu a deixaria em uma creche municipal sem problema nenhum.

Trabalhei quase 12 anos em creche, em diferentes setores, embora eu saiba que nem todas as creches são iguais e oferecem a mesma estrutura eu tive outra visão deste ambiente. Antigamente as creches eram depósitos de crianças onde não se havia uma estrutura nem uma parte pedagógica envolvida. Hoje em dia esse cenário mudou, as creches estão recebendo uma estrutura cada vez melhor e estão contratando profissionais qualificados, isso sem contar a fiscalização periódica que são realizados nesses ambientes para que sejam garantidos os direitos das crianças.

Pelo menos aqui em Santos e em Praia Grande (cidade a qual eu trabalhei) os pais antes de matricular seus filhos podem conhecer a creche internamente, bem como conhecer a proposta e toda a parte pedagógica. Caso opte pela creche, no próximo post falarei mais sobre quais pontos são importantes de serem observados na escolha da escola.

Creche particular

Os benefícios da creche particular são os mesmos da creche publica com exceção que algumas creches particulares não emendam feriados facilitando assim a vida das mães que também não. Hoje em dia aumentou bastante a oferta desse tipo de serviço facilitando a vida dos pais, pois assim eles podem escolher uma escola que se adeque a sua rotina bem como sua filosofia de vida. O horário das creches particulares podem ser flexíveis também ( quando eu entro mais tarde no trabalho a Valentina também entra).

Como eu disse acima, no próximo post falarei sobre os principais pontos a serem observados na hora de escolher a escola ou creche que seu filho vai ficar.

Espero ter ajudado um pouco nessa escolha tão difícil num momento como esse, mas tenham em mente que independente do lugar e/ou pessoa escolhida esta precisa ser de sua confiança e você precisa se sentir segura na sua decisão. Caso ainda restem dúvidas entrem em contato pelo e-mail ou pelo face do blog ou então pesquisem mais sobre o assunto até que se sintam plenamente seguras na decisão.

 

Beijinhos estalados e até a próxima.

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E chegou 2017…

Para algumas pessoas o início de um ano novo representa esperanças de uma vida nova, para outras apenas uma passagem de um dia para o outro.

Seja lá qual for o seu caso, se tem algo que não lhe agrada chegou a hora de mudar. Sinceramente tenho um pouco de dificuldade de entender o motivo de somente haver confraternizações no final do ano. Se o intuito desses encontros é aproximar pessoas porque só no final do ano essa iniciativa acontece?

O que realmente precisamos é parar de tentar encontrar motivos externos para realizarmos algumas ações. Vejo pessoas fazendo diversas promessas de ano novo, mas que não duram nem até o carnaval, marcando encontros que nunca acontecem,  dizendo que perdoam sem realmente o fazer, mas tudo em nome do espírito natalino e para “fechar o ano” com saldo positivo.

Mas a questão é: Até quando? Iniciei 2016 com diversos planos, sonhos, metas das quais confesso a vocês que não realizei da maneira que eu gostaria e posso afirmar categoricamente que a culpa disso foi minha mesma. Sempre tive essa mania de deixar para depois, deixar para uma data especial, deixar para a próxima segunda feira, mas infelizmente aprendi que esse momento pode simplesmente não chegar.

Esse post hoje vai para as pessoas que tem o pensamento que eu tinha, de sempre esperar um momento especial. Estamos no primeiro dia do ano, do mês e da semana. Quer dia mais especial que esse? Então comece a fazer acontecer faça sim planos, metas, tenha sonhos, mas não os deixem trancados em uma gaveta. Comece a realiza-los agora.

Alguns de vocês estão pensando que determinada coisa precisa acontecer para que vocês deem andamento aos seus projetos, certo? Caso seja esse o seu caso, tente de outras formas, busque outras soluções, procure agir se como esse projeto já tivesse sido concretizado.

Faça você seu 2017…18….19, seu domingo….segunda….terça…..

E uma lição que eu tive na vida: Não espere por ninguém para ser feliz, seja feliz com você mesma.

Feliz 2017

A importância da rotina para o bebê….e para a mamãe

Olá pessoal tudo bem? Quando eu engravidei muito li e ouvi sobre a importância da rotina para o bebê, mas quando a Valentina nasceu percebi o quão importante é esse momento para nós mães e/ou cuidadores.

Creio que a primeira rotina que iniciamos com a Valentina foi sobre a alimentação, como tive dificuldade em amamentar (assunto para outro post) eu tirava o leite do meu seio com uma bomba elétrica e o dava na mamadeira para ela.

Primeiramente começamos com 30 ml e aumentando gradativamente. De acordo com a minha experiência quando a Valentina mamava tudo o que tinha vontade de uma única vez eu sabia que ela só iria mamar dentro de 3 horas. Alguns bebês são mais agitados e afobados na hora da amamentação por isso mesmo sugiro que este momento ocorra em um lugar calmo onde mamãe e bebê sintam a ligação entre eles naquele momento, vale também como dica colocar uma música relaxante para que o bebê se acalme e mame até se sentir saciado.

Após a rotina da alimentação estar estabelecida, iniciamos com a rotina do sono. Confesso a vocês que a Valentina é dorminhoca de pai e mãe…rs como ela nasceu prematura, por orientação do pediatra a acordávamos a cada 3 horas de madrugada para mamar pois ela precisava ganhar peso. Isso durou por todo o primeiro mês, após esse período não a acordávamos mais e ela passou a dormir das 22h às 5h30. A rotina que Valentina seguia e segue até hoje com 8 meses é: Uma hora antes do horário que pretendo que ela durma (hoje é as 21h) não ofereço mais estímulos a ela para que o processo de relaxamento se inicia, após esse momento dou um banho quente e relaxante com produtos próprios para estimular o sono. Mais relaxada e de banho tomado é hora da mamadeira noturna. Após essa rotina a coloco no berço com um paninho de boca ao lado, a chupeta e ela pega no sono sozinha.

Para auxiliar a introdução da rotina na vida da Valentina um livro me ajudou muito, além da rotina e si o livro me ajudou a entender aquele pequeno ser que estava sob meus cuidados. O nome do livro é Encantadora de bebês. Além de retratar tópicos importantes como a rotina (método easy), o livro mostra técnicas de como acordar o bebê, trocar fraldas, entre outras. Claro que cada realidade é única mas creio sim que seja uma leitura que vale a pena e a partir dela extrair o que é melhor para a sua realidade.

Por falar em realidade, acho que essa é a melhor dica que eu posso dar para vocês. Entendam a sua realidade! Não é porque deu errado com a sua amiga que dará errado para você, o mesmo vale para os casos que dão certo.

Entenda seu bebê, entenda as necessidades dele e entenda também a sua própria necessidade. Quando viramos mães tendemos a esquecer de nós mesmas. Com organização e empenho conseguimos extrair o máximo desse momento tão especial em nossas vidas.

PS: No início do texto utilizo os verbos na 3ª pessoa do plural, utilizo isso porque meu marido e pai da Valentina toma todas as decisões juntamente comigo. Tudo é conversado e ponderado até porque temos que “falar a mesma língua” pelo bem da nossa filha. E aqui em casa temos o seguinte lema: Pai não ajuda, pai faz. Temos esse ideal de vida porque a filha é nossa e ambos tem que estar cientes dos acontecimentos referente a família.

Espero que tenham gostado das dicas.

Beijos estalados e até a próxima.

O choro do bebê dos 0 aos 6 meses

Olá pessoas lindas tudo bem?

Hoje vamos falar um pouquinho sobre um tema que tanto aflige as pessoas em torno do bebê, o choro.

Vou descrever hoje um relato pessoal e as dicas que o pediatra da Valentina me disse que foram bastante funcionais para mim. Sei que cada realidade é única mas acredito também que toda ajuda e toda forma de conhecimento é muito bem vinda, então vamos lá.

Os 6 motivos do choro do bebê dos 0 aos 6 meses.

  1. Estou com fome

Esse é sempre o primeiro motivo que a maioria das pessoas pensa ser o motivo do choro do bebê, e por vezes é. O bebê não possui uma comunicação formal e sendo assim ele se utiliza do choro como principal forma de se expressar com o mundo externo. Quanto menor o bebê mais vezes ele vai chorar de fome tendo em vista o tamanho do seu estomago. Com o passar do tempo o bebê e a mamãe vão se ajustando e ambos passar a ter uma rotina alimentar facilitando assim a identificação do choro de fome.

  1. Estou incomodado

Nesse quesito vários itens podem ser englobados porém os básicos são fralda suja e/ou apertada, roupa apertada, etiqueta incomodando entre outros do gênero.

O xixi ou o coco podem causar irritação na pele do bebê e por esse motivo o bebê pode se sentir incomodado e chorar para ser trocado. Nos outros itens se até nós adultos nos sentimos mal, imaginem um bebê que está aprendendo várias informações e juntamente a isso sente aquela sensação ruim da qual além de não saber se expressar não consegue se desvencilhar.

  1. Estou com sono

Ao contrário do que muitas pessoas pensam o bebê não “luta contra” o sono, eles lutam para dormir. Nessa fase o bebê não sabe relaxar sozinho, sendo assim ele necessita de ajuda por parte dos seus cuidadores. Na hora de dormir o bebê gosta e precisa de uma rotina estruturada somado a um ambiente propicio para esse momento para isso cada pessoa utiliza uma técnica de relaxamento para induzir o sono do bebê (falaremos disso em outro post).

  1. Estou com frio/calor

Os mais antigos acreditavam que os recém nascidos deviam ficar extremamente coberto a ponto de mal conseguirem se mexer. Hoje em dia sabe-se que assim como os adultos os bebês sentem tanto frio quanto calor. Segundo o pediatra da Valentina, o nível ideal de roupa para o bebê é sempre uma peça a mais de roupa que nós. E em caso de dúvida verifiquem a barriguinha do bebê, caso ela esteja muito quente ou muito fria é hora de rever a quantidade de roupas.

  1. Preciso de mais ou menos estimulo

Os bebês assim como nós também ficam entediados sendo assim os mesmos precisam de estímulo até mesmo para o seu desenvolvimento, porém como tudo na vida o que é demais enjoa. O bebê precisa sim do estímulo contudo ele se cansa rápido de cada atividade, por esse motivo o excesso de estímulo também é prejudicial ao bebê. Assim que acabar a seção de estimulação é necessário que haja uma seção de relaxamento para que o bebê se tranquilize, descanse para posteriormente iniciar uma nova rotina de atividades.

  1. Estou com dor

Esse é o choro mais percebido por parte dos cuidadores do bebê, esse é um choro mais estridente e mais desesperado. Nesse caso é de extrema importância que se procure ajuda do pediatra do bebê. A auto medicação é sempre perigosa mas no caso dos bebês além do seu organismo ser mais frágil não sabemos a quais medicamentos eles são alérgicos e a dosagem a ser aplicada.

Agora vocês devem estar se perguntando e nos casos do choro sem motivo aparente, aquele que ocorre depois de verificados todos os motivos acima descritos. Realmente temos bebês com temperamentos mais irritados, nesses casos o cuidador pode utilizar diferentes técnicas de relaxamento com o bebê tais como massagem relaxante, música entre outros.

 

Beijinhos estalados e até a próxima

Vida profissional no pós parto

 

Acredito que a última coisa que as mães estão pensando no pós-parto é sobre a vida profissional, mas porque não pensar nisso?

Antes que eu seja bombardeada de criticas peço que, por favor, pensem no assunto só um pouco.

O pós-parto é uma fase de adaptação mamãe-bebê, mamãe-mamãe e mamãe- companheiro (a) é um turbilhão de acontecimentos, sentimentos, aprendizados que às vezes ficamos até tontas não é mesmo? Acredito que um sentimento que está sempre presente na vida da recém-mamãe é a culpa, queremos fazer mil coisas ao mesmo tempo, queremos ser perfeitas em tudo, mas sabemos que isso não é possível.

Em primeiro lugar devemos aceitar que não somos perfeitas, mas que somos as melhores mães para nossos bebês, em segundo devemos pensar que ao realizar alguma coisa para nós mesmas enquanto mulheres e profissionais não seremos menos mães por causa disso. Alias permitam-me abrir um espaço para essa patrulha das mães perfeitas do facebook que só servem para nos colocar para baixo, mas isso será tratado em outro post.

Durante o período da nossa licença temos dias maravilhosos outros nem tanto, o importante é que façamos o melhor que pudermos e sim nossos bebês sabem o quanto nos esforçamos por eles.

Vou dar um depoimento aqui de acordo com a minha realidade, cada pessoa tem a sua e isso não cabe a mim nem a ninguém julgar.

Lembram que eu falei no post Terrorismo contra as grávidas que as pessoas me falavam que depois do nascimento da Valentina eu nunca mais ia dormir? Então isso não aconteceu…rs a Valentina dorme a noite inteira desde 1 mês e meio, sei que sou uma mãe privilegiada mas como falei estou dando depoimento sobre a minha realidade. Pois bem, a Valentina é uma bebê bastante dorminhoca e passado o primeiro mês (adaptação total) eu pensava que eu podia fazer alguma coisa por mim no período em que ela estivesse dormindo, mas ao mesmo tempo eu me culpava, como uma recém-mãe está pensando em si mesma e não no bebê ( voltemos aos tema culpa e patrulha das mães perfeitas do facebook)? Até que chegou o momento que pensei comigo mesma, quando estou me sentindo bem comigo mesma realizo melhor todas as tarefas então parei de dar atenção para a patrulha e fui ver a minha realidade e vontade. Então resolvi agir.

Primeiramente fui buscar na internet sites de cursos on line (veja o post sobre Atualização profissional – Cursos on line ) e iniciei meus estudos, comecei com 30 minutos diários. Enquanto a Valentina dormia no período da tarde e aproveitei para realizar os cursos. Pensar em 30 minutos diários parece pouco, mas eu acredito que quando se trata de estudo, o pouco é melhor do que nada. Então continuei com minha rotina de estudo e ao final do primeiro mês de estudo eu já estava com uma certificação. Isso me animou bastante e consegui aumentar minha carga horária para uma hora por dia. Para alguns parece pouco, mas para mim são 30 horas de estudos por mês, são 30 horas de atualização profissional que tenho, são 30 horas de conhecimentos adquiridos então fiquei muito satisfeita com esses primeiros resultados e pretendo continuar sempre que a Valentina me permitir…rso falar agora em especial para as mães que por diversos motivos não conseguem ter esse momento de estudo, por favor, não se sintam mal. Cada realidade é única e esse foi um depoimento pessoal e só quis alertar para as mães que possuem esse tempo que é possível sim se manter antenada com o mercado de trabalho sem que elas sejam menos mães como algumas pessoas gostam de falar.

 

Beijinhos estalados e até a próxima

Receitinha do dia – Bolo prático de chocolate

Bolo prático de chocolate

Ingredientes

2 xícaras de açúcar

3 xícaras de farinha de trigo

1 colher de sopa de fermento em pó

4 colheres de chocolate em pó

3 ovos

3 colheres de sopa de manteiga

1 xícara de leite

 

Modo de fazer

Misture todos os ingredientes e bata-os na batedeira. Asse em forno pré aquecido em 180 graus por 40 min.

 

Dica da Isabel 1: Peneire todos os ingredientes secos ao colocar na batedeira, isso deixará seu bolo mais fofinho.

Dica da Isabel 2: Coloque na batedeira primeiramente todos os ingredientes secos e depois os molhados, isso evitará o levantamento de pó desses ingredientes.